segunda-feira, 6 de julho de 2015
A maior ironia da minha vida (risos)
Ironias da vida. Vamos falar sobre isso. Há alguns anos, odiei amargamente as tecnologias, celulares etc. Hoje, o ex, quase futuro, e ex again, destruiu todas a minhas tentativas de qualquer possível reconciliação pelo (adivinhem!) celular. Pra ser mais específica, pelo whatsapp. Agora me diz: é covarde ou não? Aliás, homens, fantasmas de plantão, façam um favor a qualquer um: não usem a porra do celular pra resolver alguma coisa. Sabem o que é olhar nos olhos de alguém? Conversar pessoalmente com alguém? Eu estou puta com essa ironia na minha vida. Bem, eu não sei se estou triste, se estou puta, se estou aliviada... Talvez alívio seja a melhor palavra. Saí de um impasse, de uma incerteza, de algo não determinado e não estou a fim de ser um objeto que pode ser usado quando o outro quiser. Eu cansei de ser step. Cansei de andar e ter medo de cair por uma escolha mal feita. Ok. Eu disse que não ficaria puta e aceitaria de cabeça erguida um possível fim, mas não consigo engolir a forma como tudo isso ocorreu. Que saco. Quero chorar, quero gritar, quero correr. Aaaaaaaaaargh. Quero fugir. Quero ficar sozinha. Eu só queria viver um amor verdadeiro. Um amor de tantos anos. Talvez não fosse pra ser assim. Talvez fosse necessário colocar um ponto. Acho que foi melhor assim. Posso respirar melhor. Argh. Queria um abraço, um ombro pra chorar. Eu não sei. Não seria eu, se minha vida não fosse de altos e baixos, quase uma montanha-russa. Espero um amanhã melhor. Quero que as tecnologias se explodam. Aliás, darei tchau a elas por um tempo. Então, até mais. Até breve!
Resumo: Shake them off
Oi, fantasminhas!
Hoje, se me fizessem a pergunta clichê do "Oi, tudo bem?", eu agradeceria e começaria a chorar como um bebê. Essa imagem explica minha atual situação emocional e de humor hahaha Hormônios também não contribuem. Em um mesmo dia, passei da felicidade e da animação, para a tristeza, seguida de ódio e raiva.
Eu não mereço tamanha indiferença e frieza. Eu estou tentando, porra. Sabe, minha vontade de tentar só diminui aos poucos com as respostas curtas, palavras secas. Até parece que estou tendo dejà vú. Você diz não saber o que tem, e eu? Eu mereço isso? Mereço ser tratada como uma estranha? Como se fosse apenas um acaso de quase uma vida? Cansei dessa situação mal resolvida, do chove não molha, sem saber se vou para esquerda ou para direita. Prezo nossas risadas, nossos momentos mais incríveis, nossas noites bêbados de sono, e de tudo que já fez por mim. Prezo o amor que sinto por você. Singelo, puro, simples. Aquele amor construído durante indas e vindas, encontros e desencontros e muitas trocas de afeto e carinho. Te ter comigo durante todos os fins de semana de um ano inteiro, em uma fase que nem eu mesma estava me aguentando, foi a melhor coisa que eu poderia querer. Foi um ano incrível. Sentia como se já fossemos um casal, morando juntos, compartilhando as piadas mais idiotas, os abraços mais apertados. Saudade de pular no seu colo repentinamente e ter certeza de que você nunca me deixaria cair. Saudades de acordar ao seu lado e me sentir a pessoa mais sortuda do mundo... Mais feliz do mundo. Decida-se, homem. Decida-se, porque nosso tempo não espera. Estou aqui, porque sinto que ainda podemos viver momentos ótimos. Sei que posso confiar em você.
Eu me sinto idiota às vezes. Aliás, eu sei que sou idiota, mas não quero me arrepender dessa vez. Eu nunca quero me arrepender de nada, por isso mergulho nas minhas escolhas, por isso sou tão impulsiva em tudo.
Que droga. Odeio meus posts melosos. Odeio me sentir perdida. Eu me sinto no meio do oceano. Sozinha. Isolada. Não tem vento, e mesmo se tivesse, meu barco não tem vela. Tem tubarões. O que faço? Shake them off.
domingo, 5 de julho de 2015
Espécie mesquinha
Boooooooa noite, meus amores lindos (fantasmas, óbvio -.-)!
Bem, vamos ver o que tenho para falar sobre hoje... Acho que tenho algo interessante para compartilhar. É mais uma reflexão do que qualquer outra coisa. Vi uma notícia que me impressionou e me fez relembrar o motivo pelo qual escolhi o curso que faço e possível profissão de atuação. Quando me perguntam o porquê de ter escolhido a medicina, não me fixo a um ponto da minha vida, a um fato do ensino médio. A ideia simplesmente veio com o tempo, sem uma data específica. As ciências médicas possuem tantas áreas, tantas formas de atuação, e, assim, como várias outras profissões, muitas maneiras de se "fazer o bem". Clínica, pesquisa, hospital, ubs... taaantas opções. Independente do porquê da escolha, qualquer estudante ou médico deveriam, no mínimo, gostar de ajudar o outro. Ser ouvinte e prestativo para o outro não deveria ser uma "obrigação", mas um querer. Confusões assim tornam a profissão cansativa, insuportável, vista apenas como fonte de riqueza (super questionável, já que isso só se obtém a longo prazo). Vamos ao ocorrido. Um bandido "x" assalta um ônibus, rouba todo mundo, ameaça uma passageira e é baleado por um policial presente também no ônibus. Bem, analisando a cena, ok, o policial fez o serviço dele, tentou proteger a população (não sei exatamente em qual parte do corpo foi o tiro, mas sei que o policial deveria apenas "pará-lo" com um tiro em região não vital). A passageira, coincidentemente, era médica. Após ver seu assaltante baleado e caído em seu colo, resolveu atuar, não apenas como médica, pela profissão em si, mas como ser humano. Muitas pessoas disseram: "Ahhh, claro, é obrigação dela, ajudar quando ainda há vida". Outros: "Deveria ter deixado morrer, Bandido bom é bandido morto". Para esses últimos, prefiro ignorá-los, excluir seus "feeds", porque né, não sou obrigada. Para os primeiros, eu concordo parcialmente. Claro, a Medicina tem como principal função cuidar, amparar e, se possível, salvar vidas. Tentar salvar uma vida, contudo, não deve ser vinculado apenas a um dever. Ajudar o outro é um exemplo de humanidade, um real sinônimo de se "fazer o bem". Por que pagar na mesma moeda? Por que apoiar a Lei de Talião? (uma das leis mais estúpidas e ogras já criadas)-(pobres ogros... Shrek não merece isso!). Da mesma boca, saem palavras sobre "solidariedade", e, paradoxalmente, "tem que matar", "tem que morrer". Não sei como chegamos a esse ponto, como conseguimos evoluir e decair tanto ao mesmo tempo. Nós, homens, nos achamos tão superiores aos outros animais. Sofremos a mesma pressão seletiva, sobrevivemos em ambientes semelhantes. Ser irracional não nos faz mais evoluídos, apenas mais complexos. E por esse fato, por sermos capazes de nos emocionar e equilibrar razão e emoção (ausentes do total instinto) é que deveríamos agir com mais respeito pelo semelhante e por todos os outros membros da vida. Somos uma espécie tão mesquinha, tão estúpida...
Como disse, só um desabafo, uma reflexão tosca sobre o incidente. Admiro esse exemplo de médica e de ser humano. Fazer o bem é tão simples, tão singelo.
Boa noite, colegas! Um beijo enorme para os fantasminhas que me leem (soquenao!)!
Bem, vamos ver o que tenho para falar sobre hoje... Acho que tenho algo interessante para compartilhar. É mais uma reflexão do que qualquer outra coisa. Vi uma notícia que me impressionou e me fez relembrar o motivo pelo qual escolhi o curso que faço e possível profissão de atuação. Quando me perguntam o porquê de ter escolhido a medicina, não me fixo a um ponto da minha vida, a um fato do ensino médio. A ideia simplesmente veio com o tempo, sem uma data específica. As ciências médicas possuem tantas áreas, tantas formas de atuação, e, assim, como várias outras profissões, muitas maneiras de se "fazer o bem". Clínica, pesquisa, hospital, ubs... taaantas opções. Independente do porquê da escolha, qualquer estudante ou médico deveriam, no mínimo, gostar de ajudar o outro. Ser ouvinte e prestativo para o outro não deveria ser uma "obrigação", mas um querer. Confusões assim tornam a profissão cansativa, insuportável, vista apenas como fonte de riqueza (super questionável, já que isso só se obtém a longo prazo). Vamos ao ocorrido. Um bandido "x" assalta um ônibus, rouba todo mundo, ameaça uma passageira e é baleado por um policial presente também no ônibus. Bem, analisando a cena, ok, o policial fez o serviço dele, tentou proteger a população (não sei exatamente em qual parte do corpo foi o tiro, mas sei que o policial deveria apenas "pará-lo" com um tiro em região não vital). A passageira, coincidentemente, era médica. Após ver seu assaltante baleado e caído em seu colo, resolveu atuar, não apenas como médica, pela profissão em si, mas como ser humano. Muitas pessoas disseram: "Ahhh, claro, é obrigação dela, ajudar quando ainda há vida". Outros: "Deveria ter deixado morrer, Bandido bom é bandido morto". Para esses últimos, prefiro ignorá-los, excluir seus "feeds", porque né, não sou obrigada. Para os primeiros, eu concordo parcialmente. Claro, a Medicina tem como principal função cuidar, amparar e, se possível, salvar vidas. Tentar salvar uma vida, contudo, não deve ser vinculado apenas a um dever. Ajudar o outro é um exemplo de humanidade, um real sinônimo de se "fazer o bem". Por que pagar na mesma moeda? Por que apoiar a Lei de Talião? (uma das leis mais estúpidas e ogras já criadas)-(pobres ogros... Shrek não merece isso!). Da mesma boca, saem palavras sobre "solidariedade", e, paradoxalmente, "tem que matar", "tem que morrer". Não sei como chegamos a esse ponto, como conseguimos evoluir e decair tanto ao mesmo tempo. Nós, homens, nos achamos tão superiores aos outros animais. Sofremos a mesma pressão seletiva, sobrevivemos em ambientes semelhantes. Ser irracional não nos faz mais evoluídos, apenas mais complexos. E por esse fato, por sermos capazes de nos emocionar e equilibrar razão e emoção (ausentes do total instinto) é que deveríamos agir com mais respeito pelo semelhante e por todos os outros membros da vida. Somos uma espécie tão mesquinha, tão estúpida...
Como disse, só um desabafo, uma reflexão tosca sobre o incidente. Admiro esse exemplo de médica e de ser humano. Fazer o bem é tão simples, tão singelo.
Boa noite, colegas! Um beijo enorme para os fantasminhas que me leem (soquenao!)!
sábado, 4 de julho de 2015
Desabafo matinal
Bom dia, jovens fantasmas!
Bem, acordei um pouco nostálgica haha tive um sonho bom... Bom o suficiente para tomar decisões. Sabe, eu descobri que, muitas vezes, precisamos ausentar o orgulho para dar chance à sinceridade. É muito difícil conciliar ambos. Eu optei por lutar por aquilo que sempre me fez feliz. Eu aprendi a ponderar mais, a ser bem mais flexível com a vida. Eu entrego, agora, parte da minha vida ao destino (acredito!). Eu farei o que cabe a mim, tentarei resgatar nossa felicidade juntos, mas se o tempo disser "não", quero aceitá-lo de cabeça erguida, sem brigas, sem discussões, sem lamentações. Eu errei, mas errei por um motivo. Não posso lamentar pelo passado. No fim disso tudo, a única coisa que me magoa é saber que, às vezes, somos muito mais cativados do que cativamos. O que parecia a amizade mais incrível que já tive, a ponto de nos conhecermos intensamente, torna-se, em dias, apenas palavras de "gosto da sua amizade" e números na minha agenda telefônica. Eu tentei, tentei, insisti da forma como você sempre (sempre!) me "ensinou". Ir atrás do que eu queria. Eu já era naturalmente assim na minha vida, mas suas palavras me ajudaram. Não sei o que você pensa, imagina, mas eu espero que, se suas palavras eram realmente verdadeiras, você venha algum dia conversar comigo por simples saudade. Desculpe-me, não vou te procurar. Dei muito de mim a você. Se houve verdades, a saudade fará seu caminho. Você sabe, você me conhece, prezo muito minhas amizades. Estarei sempre aberta para falarmos sobre coisas inúteis, assuntos nerds, e te fazer as perguntas mais bestas que existem, mas que me ajudaram bastante a te conhecer. E que sejamos felizes! Beijos, fantasminhas!
Novos lemas na vida:
"foda-se" e "keep walking". Clichês? " foda-se" hahahahahaha
Bem, acordei um pouco nostálgica haha tive um sonho bom... Bom o suficiente para tomar decisões. Sabe, eu descobri que, muitas vezes, precisamos ausentar o orgulho para dar chance à sinceridade. É muito difícil conciliar ambos. Eu optei por lutar por aquilo que sempre me fez feliz. Eu aprendi a ponderar mais, a ser bem mais flexível com a vida. Eu entrego, agora, parte da minha vida ao destino (acredito!). Eu farei o que cabe a mim, tentarei resgatar nossa felicidade juntos, mas se o tempo disser "não", quero aceitá-lo de cabeça erguida, sem brigas, sem discussões, sem lamentações. Eu errei, mas errei por um motivo. Não posso lamentar pelo passado. No fim disso tudo, a única coisa que me magoa é saber que, às vezes, somos muito mais cativados do que cativamos. O que parecia a amizade mais incrível que já tive, a ponto de nos conhecermos intensamente, torna-se, em dias, apenas palavras de "gosto da sua amizade" e números na minha agenda telefônica. Eu tentei, tentei, insisti da forma como você sempre (sempre!) me "ensinou". Ir atrás do que eu queria. Eu já era naturalmente assim na minha vida, mas suas palavras me ajudaram. Não sei o que você pensa, imagina, mas eu espero que, se suas palavras eram realmente verdadeiras, você venha algum dia conversar comigo por simples saudade. Desculpe-me, não vou te procurar. Dei muito de mim a você. Se houve verdades, a saudade fará seu caminho. Você sabe, você me conhece, prezo muito minhas amizades. Estarei sempre aberta para falarmos sobre coisas inúteis, assuntos nerds, e te fazer as perguntas mais bestas que existem, mas que me ajudaram bastante a te conhecer. E que sejamos felizes! Beijos, fantasminhas!
Novos lemas na vida:
"foda-se" e "keep walking". Clichês? " foda-se" hahahahahaha
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Like a star...
Quando você tenta não se importar com nada, ignorar o mundo, mas as mesmas palavras, as mesmas imagens vêm a sua mente quase instantaneamente. Dizem ser estupidez humana querer apagar memórias. Deve ser mesmo, mas adoraria utilizar essa estupidez exatamente agora. Queria ser capaz de apagar meus sentimentos. Controlá-los. Argh. Quero sorrir, porra. Roubaram meu riso, e não sei quando o devolverão. Vontade de fugir para o lugar mais longe de todos, vontade de ir para a praia mais distante da civilização, enxergar apenas as estrelas. Somente as estrelas. Seres humanos nos machucam, nos ferem. As estrelas, não. São eternas fiéis, brilhando não para nós, míseros egoístas, mas para elas mesmas. Quero ser uma estrela :'(
terça-feira, 23 de junho de 2015
Solitária
Sente-se solitária, mesmo cercada por uma multidão que vem e vai, apressada e cega pela rotina e obrigações do dia-a-dia. Sua aparente delicadeza é destoada pela força que carrega sob sol e chuva. O vento faz suas pétalas caírem, mas suas raízes são fortes, estão presas firmemente ao chão, dando-lhe suporte e estabilidade. Mesmo sem sua corola, o verde de seu pequeno caule e suas novas folhas que desabrocham devolvem-lhe a confiança e a autoestima. À noite, pela janela, avistei-a em meu jardim. Tão singela, tão majestosa. Como pode ser tão pequena e tão forte ao mesmo tempo? Naquela noite, coloquei minhas lentes, e enxerguei, novamente, o valor da simplicidade no mundo. No meu mundo. Solitária, ocupa seu papel com total eficiência, trazendo beleza à vida, felicidade aos insetos e a tantos outros polinizadores, completamente digna de nosso tempo a contemplá-la.
Ps.: leitura e interpretação baseada em uma fotografia. Uma pena não poder públicá-la, mas é possível que um fantasminha reconheça.
Ps 2.: texto completamente fictício. Nenhuma referência a minha pessoa hahahahaha
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Corrente do bem :)
Na rodoviária, à espera de um ônibus atrasado, como de costume, percebi algo bem intrínseco na maioria das pessoas: medo de ajudar. Uma senhora, com aparente desespero, pedia dinheiro, qualquer moeda possível, para comprar passagens para si mesma e para os dois filhos. Não me recordo do valor exato. O fato é que a primeira coisa em que pensei foi checar os meus bolsos. Para mim, estava bem claro que aquele dinheiro não iria ser usado para outros fins, ao menos que ela fosse uma ótima atriz, indicada ao Oscar. Após checar bolsos, encontrei dois reais em moedas e pensei: é pouco, mas com certeza irá ajudar. Dei o primeiro passo: fui até ela e estendi a mão com o dinheiro. Quando vi aquele sorriso, aquela expressão de gratidão, senti meu dia realizado por aquele instante, seu sorriso e seu "muito obrigada". O mais incrível aconteceu no momento seguinte. Um e outro começaram a pipocar, surgindo para também contribuir com a senhora. Minha felicidade apenas aumentou. Do silêncio inicial, deu-se início a uma solidariedade em cadeia. Pensei então: por que as pessoas sentem medo de ajudar? Qual o dilema? Ser enganado ou não? Saber se aquilo é correto ou não? O importante, no final de tudo, é que suas chances de voltar para casa estavam aumentando a cada minuto, a bondade, seja por vontade própria, ou imposição da imagem social, floresceu. Bastou um passo, um pequeno passo, e um braço estendido para o receio ser dissolvido. Senhora, espero que volte para casa com seus filhos hoje mesmo. Não sei se Deus existe, mas se sim, retribuo o " Deus a abençoe ", e que ele olhe sempre por você. Admiro sua coragem!
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