Mais um dia. Mais uma noite pensando em você. Uma noite imaginando você aqui comigo. Estar ao meu lado. Quantos minutos a mais ocupará da minha vida? Do meu dia? Dos meus pensamentos? Cá penso se minha presença era realmente suficiente, ou tornou-se vazia com o tempo. Cá me questiono se não estou em seus pensamentos, em um possível dejá vù de tantos outros. Pergunto-me se os dias, as conversas, as semelhanças foram importantes apenas para mim. Em que ponto perdi a minha razão e o controle sobre meus sentimentos? Eu nunca quis me apaixonar. Eu nunca quis me entregar a isso. Hoje, mesmo longe, mesmo ausente, mesmo estúpido e escroto como eu nunca imaginei que seria (acho que nem mesmo você), você continua aqui, fazendo parte das minhas sinapses, das minhas conexões neurais, parte de memórias boas, ruins, memórias... Minha taquicardia ressurge quando lembro do primeiro dia, da primeira noite, do primeiro beijo. Beijo que te daria se te visse agora. Não adianta me ignorar, me evitar, tentar me fazer te odiar. Sim, te acho um idiota. Mas sabe... a porra dos sentimentos não mudam, principalmente quando o tempo passa e me faz relembrar o motivo por ter visto você, de algum jeito, na minha vida. Não importava como, quando, nem onde, mas você apenas estava/ estaria. Ouvir a sua voz é o suficiente pra me fazer sorrir. Te ver sorrir me faz sorrir. Escreveria uma carta pra dizer tudo isso, mas não tenho seu endereço... e suas ações tornaram-se previsíveis... Dois dias de vácuo seguidos de uma resposta curta, sintética, fria. Contentaria-me, pois, com um abraço...
Mentira. Foda-se meu romantismo e meu blá, blá, blá... Queria você na minha cama agora. Minha saudade falaria por mim e por todas as minhas ações :P
Obs: saudade mesmo :/
quinta-feira, 30 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
The last one (who knows?)
E aqui está a foto mais épica (exagero!) de todas. Toda a minha fofura misturada com a minha essência hahahahah ai. Noite de sexta, com um amigo ao lado, pronto pra ouvir todos os meus mi mi mis e tirar a foto das fotos. Obrigada por varzear e me ouvir nos piores momentos hahaha (e rir nos melhores né).
Sim, eu sou gorda e como coisas gordas e gostosas. Eu, sendo pseudo revolts hahahaha a melhor expressão seria: fuck it all!
Besos, fantasminhas!
Saying "bye bye" soon
Olá, fantasminhas! Bem, vou deixar esse blog por um tempo (como se isso fosse importante hahaha). Pra fechá-lo (temporariamente) de forma estilosa, postarei duas fotos. Uma de cada vez. A primeira é quase um meme, feita às 2h da manhã de uma quinta-feira.
Entenda como meu orgulho dizendo para mim mesma: "pode parar, porque tá feio, colega!"
Particularmente, amei a foto hahahahahahahah
A próxima será postada em breve. Besos
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Gentileza gera gentileza (clichê necessário)
Brinks. Aquele post está muito "blá" para uma quinta à noite.
Vamos lá... Vi um filme francês. Podem dizer: "ai, mas filme francês só tem putaria..." muito bla, bla, bla. Primeiro, obviamente não existem apenas filmes eróticos. Segundo, "putaria" é bem diferente de "erotismo". Cenas eróticas podem carregar um contexto profundamente psicológico. Enfim. Tô me estendendo em um assunto desnecessário.
Hoje, senti quão bem nos faz tratar as pessoas de forma gentil. Ser gentil é sorrir para o outro, dizer bom dia, obrigado, bom trabalho, e todas aquelas expressões básicas das tais " regras de educação ". Vejo tanto mau humor, tanta tristeza, tanto estresse. Não preciso fingir que sou a pessoa mais feliz do mundo, mas esse mesmo mundo não é obrigado a saber dos meus problemas. São tão pequenos comparados a outros tantos. Pode parecer estúpido, mas conversar com um estranho na fila do subway, sorrir e ver o outro sorrindo e ser questionada pela mulher do caixa sobre como foi meu dia com um sorriso estampado no rosto fizeram meu dia. Voltei a pergunta a ela. Sua resposta foi seguida do óbvio " cansativo ", mas a sua simpatia me fez muito bem. Um " Bom trabalho" e dois sorrisos terminaram nossa rápida conversa de balcão. Viu, pessoas, gentileza sempre gera gentileza, como já dizia um sábio morador de rua.
Vamos lá... Vi um filme francês. Podem dizer: "ai, mas filme francês só tem putaria..." muito bla, bla, bla. Primeiro, obviamente não existem apenas filmes eróticos. Segundo, "putaria" é bem diferente de "erotismo". Cenas eróticas podem carregar um contexto profundamente psicológico. Enfim. Tô me estendendo em um assunto desnecessário.
Hoje, senti quão bem nos faz tratar as pessoas de forma gentil. Ser gentil é sorrir para o outro, dizer bom dia, obrigado, bom trabalho, e todas aquelas expressões básicas das tais " regras de educação ". Vejo tanto mau humor, tanta tristeza, tanto estresse. Não preciso fingir que sou a pessoa mais feliz do mundo, mas esse mesmo mundo não é obrigado a saber dos meus problemas. São tão pequenos comparados a outros tantos. Pode parecer estúpido, mas conversar com um estranho na fila do subway, sorrir e ver o outro sorrindo e ser questionada pela mulher do caixa sobre como foi meu dia com um sorriso estampado no rosto fizeram meu dia. Voltei a pergunta a ela. Sua resposta foi seguida do óbvio " cansativo ", mas a sua simpatia me fez muito bem. Um " Bom trabalho" e dois sorrisos terminaram nossa rápida conversa de balcão. Viu, pessoas, gentileza sempre gera gentileza, como já dizia um sábio morador de rua.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Paciência
Passarei as minhas humildes palavras para o mestre Lenine:
Paciência
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
E o mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não... a vida não para)
sábado, 18 de julho de 2015
Ideias que vêm =)
Era uma noite de verão. As estrelas esbanjavam brilho, iluminavam a estrada, em um céu limpo, livre de marcas da urbanização. Meus pés descalços sentiam a terra que trilhava o caminho. Sentiam a natureza que arquiteta o mundo. O vento do litoral compunha o canto das ondas que quebravam na praia, na areia do mar. À oeste, via imensidão. Uma serra imponente coberta com um manto verde e enfeitada pela brisa norturna. À leste, o quase infinito: o horizonte. A linha tênue que engole o sol ao fim do dia e recebe a lua como sua primogênita. Era um cenário de paz, de tranquilidade, perfeita inspiração impressionista. Sua voz grave era audível, ao longe, entre as curvas da minha memória, entre as lembranças e dejá vùs. Meu despertar anunciou um sonho. O dia foi feliz =)
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Eu: paradoxo
Noite, little ghosts!
Sabe, cansei de ser esse paradoxo complicado. Eu penso, penso, penso demais antes de agir, de falar algo, mas em questão de segundos/ minutos, posso mudar de ideia e agir de forma impulsiva. Paro pra pensar (mais!) em todos os momentos em que isso ocorreu, e me sinto mal, porque na maioria das vezes, as coisas não se saíram bem, nada aconteceu da maneira que eu queria/ esperava. Se eu pudesse ter evitado todos os áudios enviados, todos os textos imensos, todos os pedidos exagerados, todos os momentos desnecessários, as palavras mal pensadas (como?!)... Se eu pudesse ter evitado meu jeito paradoxo de ser, eu não seria eu.
Eu sou assim. Não posso evitar isso. Sou uma nuvem nebulosa, um tornado na vida das pessoas, na minha própria vida.
Felizmente, apesar de tudo que aconteceu e tem acontecido, hoje estou melhor. Estou aliviada de, finalmente, não precisar escolher nada, não ter que me decidir. Não estou mais numa encruzilhada. Não preciso encontrar luz nenhuma na porra do fim do tunel. Pensar nessa sensação de liberdade me traz paz e muita tranquilidade. Posso viver sem esperar, sem as ilusões que afogavam meu coração. Posso viver comigo mesma :)
Sabe, cansei de ser esse paradoxo complicado. Eu penso, penso, penso demais antes de agir, de falar algo, mas em questão de segundos/ minutos, posso mudar de ideia e agir de forma impulsiva. Paro pra pensar (mais!) em todos os momentos em que isso ocorreu, e me sinto mal, porque na maioria das vezes, as coisas não se saíram bem, nada aconteceu da maneira que eu queria/ esperava. Se eu pudesse ter evitado todos os áudios enviados, todos os textos imensos, todos os pedidos exagerados, todos os momentos desnecessários, as palavras mal pensadas (como?!)... Se eu pudesse ter evitado meu jeito paradoxo de ser, eu não seria eu.
Eu sou assim. Não posso evitar isso. Sou uma nuvem nebulosa, um tornado na vida das pessoas, na minha própria vida.
Felizmente, apesar de tudo que aconteceu e tem acontecido, hoje estou melhor. Estou aliviada de, finalmente, não precisar escolher nada, não ter que me decidir. Não estou mais numa encruzilhada. Não preciso encontrar luz nenhuma na porra do fim do tunel. Pensar nessa sensação de liberdade me traz paz e muita tranquilidade. Posso viver sem esperar, sem as ilusões que afogavam meu coração. Posso viver comigo mesma :)
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