It's meee, little ghosts! hahahaha
Meu adeus nunca é, de fato, pra sempre. Meu método "escrever no papel" não foi muito efetivo. Hábitos se criam, mas, antes de tudo, é necessário vontade. Vontade de mudar, vontade de trabalhar, vontade de fazer diferente. Apesar de ter falhado nesse pequeno detalhe, os últimos meses têm sido bem importantes.
Bom, o que me fez voltar exatamente hoje foi a puta ironia em que a vida me colocou. RISOS. Tudo em letra maiúscula mesmo hahahahaha. Sabe aquele momento que você menos espera acontecer? Aquilo que você sempre teve certeza de que nunca (...) aconteceria, acontece? É, público ausente, isso mesmo. A vida veio, em uma boa hora eu diria, agir com extrema ironia comigo. Por que boa? Simples, coleguinhas. Quando você encontra (que finge não te ver - alguém disse imaturidade?) determinada pessoa que você não via há meses (e imaginava que nunca mais encontraria) em um momento de reconstrução e ressignificação pessoal, tudo pode ser visto sob um ângulo bem diferente. Meus pensamentos não são mais os mesmos, meu olhar não é mais o mesmo, minhas vontades talvez não sejam mais as mesmas. Ou seja, eu não sou mais a mesma. A gente muda, se modifica, cresce, se desmorona, se reconstrói, se parte, e a vida sempre continua. Enxerguei você como alguém que passou na minha vida exatamente como você passou por mim naquele dia. Nosso curto (e intenso) período de amizade veio em flashs. Trouxe boas lembranças e, logo depois, as ruins. Revivi alguém que eu era. Frustrações mal resolvidas, sonhos mesquinhos. Sorri ao lembrar de que a transformei em alguém muito melhor (com mais quedas e muito trabalho...).
Afinal, o que eu tenho a dizer? Felicidades, cara! Agradeço por ter me tornado, indiretamente, muito mais forte! Sem rancor, sem pesares. Só amor! Muito amor pra você!
(Pagaria pra ver minha cara, enquanto tentava identificar quem eu estava vendo, e ter certeza de que estava vendo quem estava vendo. Confuso, não é mesmo? Depois de tudo, minha vontade era de rir. Rir pra caralho da vida).
segunda-feira, 14 de março de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Bye, little ghosts!
Eu nunca escrevo sobre meus sentimentos no papel. Geralmente, uso esse blog como diário (que não é nada diário). Hoje, vejo que talvez escrever, de fato, todos os dias, possa ser uma forma de me corrigir e corrigir os meus erros. Ler e reler o que fiz, o que deixei de fazer e todas lições que aprendi talvez seja uma forma mais eficiente de equilibrar minhas atitudes, meu comportamento, mas, principalmente, meus sentimentos. Fantasminhas, quero finalizar esse blog com uma frase e um pensamento:
"We accept the love we think we deserve"
e
Quando você se sentir incomodado com algo é porque existe algo dentro de você que está permitindo esse incômodo. A solução é liberar esta trava dentro de você. Geralmente funciona com um belo foda-se.
E isso aí. Sem mais delongas,
Nos encontramos pela vida
Obs: a foto é um brinde à vida tomando água em uma taça de cerveja hahaha Tenho que finalizar este blog com estilo né!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Quem sabe...
Meu corpo dói. Esforço-me para enxergar o horizonte. Meus sonhos desintegram-se com um simples toque do pesar. São friáveis ao tempo, ao vazio, ao abandono. É difícil andar. Carrego uma bagagem pesada, árdua de suportar, árdua de digerir. Mais uma vez, perco-me no caminho de volta. Minhas memórias tornam-se obstáculos, intercorrências, atrasos... Quando acertarei os ponteiros do relógio da vida? Como farei do cair parte comum e inerente ao viver? Cansei de esperar por aqui. Vou ali criar meu tempo, meu espaço, minha vida... Quem sabe eu volte, quem sabe a gente se encontre por aí.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Só agradeço
É engraçado quando conseguimos compreender e aceitar nossas falhas. Há dois dias, comportei-me de forma estúpida, infantil, e deparei-me resgatando memórias, claramente seletivas, de decepções e términos. Depois de algumas experiências, eu imaginei que seria fácil lidar com isso, lidar com possíveis perdas, mas estava enganada. Criei situações, apontei vítimas e culpados em um jogo que nem deveria existir. Felizmente, houve uma diferença significativa entre os outros equívocos e este: o tempo. Bastou-me um dia pra perceber como meu comportamento estava todo errado e distante das lições já adquiridas. Bastou-me um dia sozinha, observando e relembrando toda situação de fora pra perceber que a minha fragilidade está no término de tudo. Das coisas, das pessoas. Perder é algo que me desestabiliza, me desequilibra. E ao ser incapaz de enxergar isso, acusei e apontei dedos. Julguei como possível erro a minha atual forma de agir. Estava completamente cega. Como pude achar que a posição que mais defendo atualmente pode ter sido o meu erro? Viver com intensidade e da maneira como desejo tem me ensinado muito e está longe de ser o motivo desencadeador do meu desequilíbrio. Fico feliz de poder enxergar o cenário de forma mais clara. Fico feliz de ter pessoas capazes de me compreender, sem julgamentos ou defesas. Pessoas que entendem como podemos ser confusos, mas reparáveis.
sábado, 14 de novembro de 2015
Oi!
Oi!
Sabe, essa nossa vida, esse nosso universo, esse nosso tempo-espaço são realmente engraçados né. Vamos começar por esse blog. Quantas vezes eu vim publicar algo, desabafando sobre as várias reviravoltas? Sobre os vários momentos em que me senti perdida? Hoje eu entendo que só nos encontramos, só podemos nos entender, quando tomamos consciência dessa desorientação, quando a aceitamos de fato. Eu percebo que nunca quis demonstrar minha fraqueza, minha indecisão, meu fácil apego pelas pessoas. E os motivos são óbvios. Mas agora percebo que ser assim está inerente ao meu. Está inerente a Thatiane que eu acredito ser, àquela que eu quero continuar sendo. Com a aceitação, consertar, trabalhar e aprender sobre nós tornam-se etapas muito mais fáceis.
Se eu fosse contar o quanto aprendi nesse ano, eu ficaria horas escrevendo aqui, e apontando todas as peças essenciais para que tudo isso acontecesse. Eu agradeceria cada "oi", cada "sim", cada "não"... Eu agradeceria por todos os "não", principalmente, que apenas confirmaram o fato de que receber recusas, negações não mata ninguém, apenas fortalece. O que importa, no fim das contas, é ter a certeza de que não há arrependimentos por não ter tentado, por ter tido medo, receio ou vergonha.
Hoje, vejo como nossa natureza humana é maluca. E caso você aí tenha certeza da sua sanidade, tenha certeza sobre todos os seus sentimentos e pensamentos que perambulam no seu consciente, acho melhor quebrar a redoma em que está vivendo. Ou não né. Quebrar a cara é sempre um evento interessante. Muitas lições a serem apreendidas. Como já dizia Raul, ser metamorfose é muito melhor do que viver de velhas opiniões.
Depois dessa texto, por exemplo, só consigo ter certeza da minha atual confusão de ideias associada a um rápido fluxo de pensamento. Confuso.
sábado, 24 de outubro de 2015
Curtindo o espetáculo... Ou não!
Você já se sentiu, pelo menos uma vez, como espectador da sua própria vida? Pois bem! É sobre isso que falarei hoje.
(Me senti no programa "Encontro com Fátima" agora, risos)
Às vezes, eu sinto que não estou vivendo a minha vida, estou só acompanhando, de boas, os fatos acontecerem. Toda vez que eu ajo nela, mudo alguma coisinha do roteiro, uma merda acontece. Parece até piada né? Hahahaha mas não é. Isso não quer dizer que sou totalmente apática nela. Não, bem longe disso. Eu descobri, em pouco tempo, que ser capricorniana está realmente em mim. Não, não estou falando da parte de ser rica e possessiva (bem longe desse último), mas sobre ser persistente. Risos. Percebi que curto bastante quebrar uma carinha, de preferência a minha mesmo. Assim, decidi manter minha cara fora da zona de ação, e comecei apenas a observar. Pontos bons: Você vê que galera também faz merda (inerente à vida hahaha). Pontos negativos: mais? Its not necessary!
Manter seu corpinho fora de tudo isso é cômodo. Você evita decepções, evita sofrimentos ou outros sentimentos bostas da vida. Você espera vir. Uma hora vem, uma hora acontece. Você espera chegar a sua hora, o momento certo de entrar em cena. Enquanto isso, a gente só observa. Isso soa stalker, mas não é hahaha
Pessoas, é óbvio que "assistir" não significa ignorar as oportunidades da vida. Significa: "vamos aproveitar aquelas que surgirem!" parece pensamento de preguiçoso e é hahahaha again, little ghosts, fiquem de boas! Parem de insistir nas cagadinhas. Deixem a vida rolar (isso é um autoconselho). Beijos!
(Tá chegando o dia de voceeees! Haloweennnnn!)
(Me senti no programa "Encontro com Fátima" agora, risos)
Às vezes, eu sinto que não estou vivendo a minha vida, estou só acompanhando, de boas, os fatos acontecerem. Toda vez que eu ajo nela, mudo alguma coisinha do roteiro, uma merda acontece. Parece até piada né? Hahahaha mas não é. Isso não quer dizer que sou totalmente apática nela. Não, bem longe disso. Eu descobri, em pouco tempo, que ser capricorniana está realmente em mim. Não, não estou falando da parte de ser rica e possessiva (bem longe desse último), mas sobre ser persistente. Risos. Percebi que curto bastante quebrar uma carinha, de preferência a minha mesmo. Assim, decidi manter minha cara fora da zona de ação, e comecei apenas a observar. Pontos bons: Você vê que galera também faz merda (inerente à vida hahaha). Pontos negativos: mais? Its not necessary!
Manter seu corpinho fora de tudo isso é cômodo. Você evita decepções, evita sofrimentos ou outros sentimentos bostas da vida. Você espera vir. Uma hora vem, uma hora acontece. Você espera chegar a sua hora, o momento certo de entrar em cena. Enquanto isso, a gente só observa. Isso soa stalker, mas não é hahaha
Pessoas, é óbvio que "assistir" não significa ignorar as oportunidades da vida. Significa: "vamos aproveitar aquelas que surgirem!" parece pensamento de preguiçoso e é hahahaha again, little ghosts, fiquem de boas! Parem de insistir nas cagadinhas. Deixem a vida rolar (isso é um autoconselho). Beijos!
(Tá chegando o dia de voceeees! Haloweennnnn!)
sábado, 10 de outubro de 2015
Reflexões de ônibus
Durante mais uma viagem para casa, fiquei pensando em todas as minhas escolhas já feitas nesses dois últimos anos. Fiquei pensando se eu mudaria algo, se eu reconstruiria os acontecimentos de forma diferente. Bem, cheguei a um não. Uma das maiores escolhas que já fiz foi decidir sair do interior e ir pra capital. Isso soa muito novela das 18h, eu sei, mas foi exatamente esse o meu caminho. Eu poderia ter escolhido uma cidade menor, eu poderia ter escolhido um lugar que, aparentemente, mais se parecia comigo. Tudo seria muito mais cômodo pra mim, para uma garota que, apesar de ter conhecido parte do mundo longe de casa, ainda tinha medo do desconhecido, medo de se jogar na vida, medo de uma cidade grande como São Paulo. Os mais livres, mais independentes e seguros de si podem dizer: "nossa, pra quê tanto medo? Bla bla bla". Meus caros, eu sempre fui insegura e sempre deixei claro isso para mim e para o mundo. O bom é que a vida muda e a gente muda com ela. Admito que nesse tempo minha vida não foi apenas flores. O tal período de adaptação até que foi rápido, mas ainda não me sentia em casa. São Paulo não se mostraria pra mim, eu é que deveria ir conhecê-la. E foi o que fiz. Os planos mudaram, os sonhos mudaram, e as pessoas inclusas nesses planos não quiseram fazer parte deles. Cada um tem seu caminho, não é mesmo? Apesar de todas as intercorrências, dos maus momentos e de alguns que amo terem decidido fazer a curva, não me arrependo de nada. Não penso em outras possibilidades, em outros caminhos, já que neste eu tenho crescido bastante, tenho aprendido bastante, tenho alcançado finalmente parte da minha autoconfiança. As mudanças são graduais, é trabalho de formiguinha, mas já me mostra resultados. Viajando para o interior, eu só reafirmo ainda mais parte do meu futuro: meu lugar não é aqui, nem lá. Meu lugar é no mundo!
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