sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Nos últimos dias...

Nos últimos dias, tenho percebido quão saudável é não ter tempo para se preocupar. Isso mesmo. Não ter tempo. Usar todos os minutos do seu dia, seja com estudo, atividades extras, ajudinhas generosas, lazer, torna impossível, ou quase impossível pensar em problemas, ou questões mal resolvidas da vida.
Nos últimos dias, tenho tido mais certeza do quanto odeio inconstâncias, laços solúveis ou indeterminados, incógnitas que me impedem de caminhar. Viver uma dúvida é estagnar os meus pés. É dar liberdade às minhas mãos, mas enraizando meus movimentos dos pés. É estranho como as pessoas conseguem dificultar tantas simplicidades, tanto bem-querer. Te amo, me ama. Massa. Foda. Vamos ficar juntos. Não. Não é isso o que elas enxergam. De um caminho óbvio, elas são capazes de "criar" um novo rumo. Cara, "ficar juntos" não significa "morreremos de mão dadas". Isso significa: Vamos curtir esse tempo bom enquanto o temos. É SIMPLES!
Nos últimos dias, as pessoas, em sua maioria, tem me dado preguiça. Nada pessoal, particular, individual... É uma preguiça generalizada. E quando você manda aquele assunto que, pra você, é tipo fodíssimo, massa pra caralho, e você espera que daí saia uma super discussão, piadinhas estúpidas etc etc. E o que acontece? "haha legal!", "que massa!" -'- e quando vem apenas: ";)". Nessas horas, eu torço pra não encontrar o ser por aí. Eu poderia mandar um positivo épico, ou um dedo do meio com classe, mas eu fico no sorriso forçado mesmo -.-.
Nos últimos dias, eu tenho percebido como eu odeio falar ao telefone. Cara, que coisa mais chata. Função de telefone: tirar dúvida, chamar pra sair, ou matar saudade de alguém distante. APENAS. Tão mais gostoso conversar cara a cara, olho no olho, fazer a brincadeirinha estúpida de quem ri primeiro (perco sempre). Eu só não tenho paciência de conversas ao telefone com mais de três minutos, desculpa ;/ (ao menos que o assunto da conversa seja muito atraente hahahahha).
Porra, eu sei que esses assuntos são puta chatos, mas meus momentos revolts, com contextos mais pseudo cult, são compartilhados no mundo concreto. Meus últimos dias têm servido para muita coisa =)

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Papel reciclado

Bom dia, universo! Hoje, as always, eu reciclei meu papel da trouxice com sucesso. Estou tentando entender até agora qual o meu problema nesse mundo. Por que tanta gente falsa e fdp nessa desgraça de planeta? Por quê? A desgraça é tamanha que estou às 6h da manhã, sem sono, querendo sair correndo, sem rumo, por aí. Não só correndo... Quero gritar. O ser humano é um bicho fdp. Um animal desgraçado, egoísta etc etc. Ficaria horas, aqui, descrevendo a minha espécie. Olha... Já fui fdp, mas não no nível master como estão sendo com a minha jovem pessoa. "Estão". Isso mesmo. Plural lindo e maravilhoso. O que eu fiz? Eu só existi/ existo. Fim. Amei? Amei. Amaram-me? Mais ou menos né. Daquele jeito torto e incompleto. Daquele jeito indefinido que eu estou odiando profundamente. Ainda me pergunto que putaria eu fiz pra merecer essa porra. Devo ter sido uma péssima alma na outra vida, só pode. Valeu universo! Continua cagando na minha cabeça, que está dando super certo!

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Que som é este?

O relógio marcava meia noite. Início de um novo dia, ou apenas começo de uma longa noite? O silêncio da cidade denunciava a paz que parecia inundar as ruas. Seus pensamentos, em contrapartida, soavam como uma música confusa, sem tom, sem ritmo, sem harmonia. "Harmonia?", ele se perguntava. Nunca houve harmonia. Fora enganado tantas vezes pelas mil sinapses que o levavam às suas memórias. Viajar ao passado era símbolo de uma nova ressignificação. Num dia, vinham carregadas de felicidade; no outro, ódio, raiva. Revivê-las mentalmente nunca as modificaria, mas ele buscava a forma correta de vê-las, buscava paz para poder alcançá-las sem tanta inconsistência, fragilidade. A memória humana é traiçoeira, contudo. Ele não sabia. Um tanto inexperiente da psicobiologia. Não importa quão inflexível sejamos, uma viagem ao límbico traz episódios para serem revividos, e isso significa recodificá-los. Novos sentidos são absorvidos. Novas sinapses são planejadas. Uma nova memória. Boa? Ruim? Quem sabe. Seu defeito é pensar demais. Pensa tanto que, sem perceber, já está la revirando as mesmas memórias. Again, and again... Mais uma longa noite, mais uma música desconexa para agitar a madrugada calada.  

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Mais um dia

Mais um dia. Mais uma noite pensando em você. Uma noite imaginando você aqui comigo. Estar ao meu lado. Quantos minutos a mais ocupará da minha vida? Do meu dia? Dos meus pensamentos? Cá penso se minha presença era realmente suficiente, ou tornou-se vazia com o tempo. Cá me questiono se não estou em seus pensamentos, em um possível dejá vù de tantos outros. Pergunto-me se os dias, as conversas, as semelhanças foram importantes apenas para mim. Em que ponto perdi a minha razão e o controle sobre meus sentimentos? Eu nunca quis me apaixonar. Eu nunca quis me entregar a isso. Hoje, mesmo longe, mesmo ausente, mesmo estúpido e escroto como eu nunca imaginei que seria (acho que nem mesmo você), você continua aqui, fazendo parte das minhas sinapses, das minhas conexões neurais, parte de memórias boas, ruins, memórias... Minha taquicardia ressurge quando lembro do primeiro dia, da primeira noite, do primeiro beijo. Beijo que te daria se te visse agora. Não adianta me ignorar, me evitar, tentar me fazer te odiar. Sim, te acho um idiota. Mas sabe... a porra dos sentimentos não mudam, principalmente quando o tempo passa e me faz relembrar o motivo por ter visto você, de algum jeito, na minha vida. Não importava como, quando, nem onde, mas você apenas estava/ estaria. Ouvir a sua voz é o suficiente pra me fazer sorrir. Te ver sorrir me faz sorrir. Escreveria uma carta pra dizer tudo isso, mas não tenho seu endereço... e suas ações tornaram-se previsíveis... Dois dias de vácuo seguidos de uma resposta curta, sintética, fria. Contentaria-me, pois, com um abraço...
Mentira. Foda-se meu romantismo e meu blá, blá, blá... Queria você na minha cama agora. Minha saudade falaria por mim e por todas as minhas ações :P

Obs: saudade mesmo :/

sábado, 25 de julho de 2015

The last one (who knows?)

E aqui está a foto mais épica (exagero!) de todas. Toda a minha fofura misturada com a minha essência hahahahah ai. Noite de sexta, com um amigo ao lado, pronto pra ouvir todos os meus mi mi mis e tirar a foto das fotos. Obrigada por varzear e me ouvir nos piores momentos hahaha (e rir nos melhores né).
Sim, eu sou gorda e como coisas gordas e gostosas. Eu, sendo pseudo revolts hahahaha a melhor expressão seria: fuck it all!
Besos, fantasminhas! 

Saying "bye bye" soon

Olá, fantasminhas! Bem, vou deixar esse blog por um tempo (como se isso fosse importante hahaha). Pra fechá-lo (temporariamente) de forma estilosa, postarei duas fotos. Uma de cada vez. A primeira é quase um meme, feita às 2h da manhã de uma quinta-feira.
Entenda como meu orgulho dizendo para mim mesma: "pode parar, porque tá feio, colega!"
Particularmente, amei a foto hahahahahahahah
A próxima será postada em breve. Besos

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Gentileza gera gentileza (clichê necessário)

Brinks. Aquele post está muito "blá" para uma quinta à noite.
Vamos lá... Vi um filme francês. Podem dizer: "ai, mas filme francês só tem putaria..." muito bla, bla, bla. Primeiro, obviamente não existem apenas filmes eróticos. Segundo, "putaria" é bem diferente de "erotismo". Cenas eróticas podem carregar um contexto profundamente psicológico. Enfim. Tô me estendendo em um assunto desnecessário.
Hoje, senti quão bem nos faz tratar as pessoas de forma gentil. Ser gentil é sorrir para o outro, dizer bom dia, obrigado, bom trabalho, e todas aquelas expressões básicas das tais " regras de educação ". Vejo tanto mau humor, tanta tristeza, tanto estresse. Não preciso fingir que sou a pessoa mais feliz do mundo, mas esse mesmo mundo não é obrigado a saber dos meus problemas. São tão pequenos comparados a outros tantos. Pode parecer estúpido, mas conversar com um estranho na fila do subway, sorrir e ver o outro sorrindo e ser questionada pela mulher do caixa sobre como foi meu dia com um sorriso estampado no rosto fizeram meu dia. Voltei a pergunta a ela. Sua resposta foi seguida do óbvio " cansativo ", mas a sua simpatia me fez muito bem. Um " Bom trabalho" e dois sorrisos terminaram nossa rápida conversa de balcão. Viu, pessoas, gentileza sempre gera gentileza, como já dizia um sábio morador de rua.